quarta-feira, 2 de maio de 2018

CAIXA DIMINUI OS JUROS DO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

A Caixa(CEF) finalmente resolveu diminuir os juros do financiamento imobiliário dando seguimento a redução proposta pelos bancos privados. 

A redução vem em boa hora concedendo ao interessado na compra da casa financiada uma boa redução no custo final de aquisição. Ao mesmo tempo, a Caixa(CEF) aumenta o percentual a ser financiado.

Qual o percentual de juros que passa a valer para financiamentos CEF? A Caixa volta a trabalhar com a taxa de juros mais baixo do país, determinando juros a partir de 9% ao ano. Anteriormente a taxa estava acima de 10%.

Data em que passa a vigorar a redução dos juros 
A nova taxa de juros e novas regras entrou em vigor em 16/03/2018, data da publicação pelo banco e já estão valendo para a linhas de crédito especificas.

Quais linhas de financiamento são atingidas pela redução? As novas regras valem para a linha de financiamento que utiliza recursos do SBPE - sistema brasileiro de poupança e empréstimo. Essa linha de credito que utiliza recursos da poupança deve sofrer um impulso com maior volume disponível para emprestar. entre as inúmeras normas para ter um financiamento aprovado, os juros estão diretamente ligados a renda do proponente bem como o prazo do contrato atrelado a idade.

IMPORTANTE:
A data de nascimento dos que participam da renda familiar é importantíssima. Nas simulações de crédito quanto mais velha a pessoa menos dinheiro e menor o prazo de pagamento porque o seguro vai encarecendo em função da idade. Quarenta a cinquenta anos são uma boa idade pra concessão de crédito/financiamento.Já, acima dos 55/60 anos de idade já corre-se o risco de ter de diminuir o valor emprestado.

Qual o limite de valor do imóvel a ser financiado com juros a partir de 9%? Valor de imóveis residenciais de até R$ 800 mil reais financiados em todo o país, exceto, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais e distrito Federal onde o valor do imóvel é de limite R$ 950 mil reais pelo SFH com recursos do SBPE.

Imóveis usados
CEF: volta a ser 70% do valor de avaliação feito pelo banco pode ser financiado.
Imóveis novos CEF: 80% do valor de avaliação feito pelo banco pode ser financiado.

Nesta modalidade de financiamento os juros passam a ser a partir de 10% ao ano, válidos para imóveis adquiridos acima do limite máximo do SFH.

TAXAS de JUROS CAIXA:
Pró-cotista = 7,85% aa + TR / SFH = 9% aa + TR / SFI = 10% aa + TR

A redução dos juros aliado a Taxa Referencial (TR) baixa é um incentivo ao retorno da compra de imóveis usados desde que a Caixa tenha dinheiro para oferecer crédito. Nos últimos tempos houve um desmantelamento deste crédito que diminuiu o dinheiro disponível desviando os recursos disponíveis para outros fins além das retiradas da poupança como meio de a população que economiza enfrentar a crise. Resta aguardara retomada mesmo que pequena de um dos setores importantes na geração de empregos no país.
*com informações publicadas no site da CAIXA em 18/04/2018


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·                     Num financiamento você nunca poderá  comprometer mais que 30% da renda familiar mensal com o pagamento das parcelas (que incluem juros e taxas).

·                     O banco pedirá ao jurídico que analise toda sua capacidade de endividamento e portanto se você tem empréstimos e contas parceladas a longo prazo isso entra no cálculo de risco podendo diminuir o valor emprestado. Não adianta esconder estes dados porque eles tem meios de descobrí-los.

·                     A análise de risco é que vai determinar/confirmar o quanto lhe será emprestado e se você tem despesas com aluguel, financiamento de carro, cheque especial no negativo, empréstimos bancários com desconto em folha, e outros comprometimentos da renda familiar, doença incurável, enfim, tudo isso é levado em conta, e pode baixar o valor a ser concedido

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·                     Nas simulações os crédito com taxas de juros pós-fixada é a que vale mais a pena.

·                     A pessoa que for proponente ao crédito (ou que for compor renda) não pode ter qualquer abalo de crédito como SPC ou dividas com a justiça, ou protesto.

·                     O imóvel que se quer comprar tem que estar com impostos pagos e construção regularizada/averbada na matricula . 

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

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·                     O terreno tem que estar com impostos pagos e regularizado com escritura e matricula e se houver construção esta tem que ter habite-se e estar registrado na matricula do terreno. Se a construção estiver incompleta deve ter alvará de construção fornecido pelo município.

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quinta-feira, 1 de junho de 2017

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Curitiba e RMC - Financiamento de Terreno(s)

O financiamento para aquisição/compra de lote/terreno urbano através da CAIXA Econômica Federal em Curitiba e na Região Metropolitana de Curitiba somente está sendo analisado/concedido e feito pra clientes que sejam FUNCIONÁRIO PÚBLICO (federal, estadual ou municipal) 

- e que tiverem ou venham a ter relacionamento/produtos e serviços com a CAIXA (Cheque especial, Cartão de Crédito, Seguro prestamista, seguro de vida e caso já possua imóvel, deverá ser segurado pela CAIXA)

- onde a taxa de juros (no CET) fica em 12,73% a.a. + TR a.m.; 
- se optar por ter também a CONTA SALÁRIO na CAIXA daí a taxa de juros fica em 12,22% a.a. + TR a.m.

O terreno a ser financiado tem de custar e ser avaliado em no mínimo R$ 170 mil, 
- e o financiamento mínimo é de 60% do valor (mínimo de R$ 100 mil de financiamento), 
- com prazo de até 216 meses pra pagar

NÃO é possível usar o FGTS para a compra do terreno.

Para os demais clientes que não forem FUNCIONÁRIO PÚBLICO daí somente está sendo financiado o lote/terreno se for acompanhado do financiamento (também) da construção.

Daí deve ter engenheiro/arquiteto contratado com ART/CREA/CAU o qual deverá apresentar o cronograma da construção, a síntese do memorial descritivo, e todas as liberações e permissões da obra...

Além de TODOS os valores da construção/obra e aquisição ter de obrigatoriamente de passar em conta corrente da CAIXA vinculada na agência da CAIXA em que for feita a análise e eventual  liberação/operação/concessão do crédito de financiamento.

Na CONSTRUÇÃO é possível usar o FGTS 
Para a compra/PAGAMENTO do terreno NUNCA

Outras questões:

Posso financiar terrenos em zona rural, sítios e chácaras?
Não. A linha de crédito para financiamento de terreno é exclusiva para lotes urbanos.
Para terrenos em zona rural, sítios e chácaras, é possível o financiamento através de carta contemplada de consórcio.

Outros dois bancos que estão financiando a aquisição/compra somente de lote/terreno urbano:

1 - é o Banrissul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul), desde que o interessado no financiamento já seja correntista (possua conta corrente no Banrisul) c/ movimentação financeira de no mínimo, 06 (seis) meses e, preferencialmente ter histórico de crédito naquela instituição;

e

2 - o Bradesco

CARACTERÍSTICAS do FINANCIAMENTO para LOTE / TERRENO URBANO

BANRISUL

BRADESCO
CLIQUE nas imagens acima para ampliar


É bom ficar atento aos seguintes itens:

·                     Num financiamento você nunca poderá  comprometer mais que 30% da renda familiar mensal com o pagamento das parcelas (que incluem juros e taxas).

·                     O banco pedirá ao jurídico que analisa toda sua capacidade de endividamento e portanto se você tem empréstimos e contas parceladas a longo prazo isso entre no cálculo de risco podendo diminuir o valor emprestado. Não adianta esconder estes dados porque eles tem meios de descobri-los.

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·                     Nas simulações os crédito com taxas de juros pós-fixada é a que vale mais a pena.

·                     A pessoa que for proponente ao crédito (ou que for compor renda) não pode ter qualquer abalo de crédito como SPC ou dividas com a justiça, ou protesto.

·                     O terreno tem que estar com impostos pagos e regularizado com escritura e matricula e se houver construção esta tem que ter habite-se e estar registrado na matricula do terreno. Se a construção estiver incompleta deve ter alvará de construção fornecido pelo município.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

terça-feira, 8 de novembro de 2016

PELA PRIMEIRA VEZ NO ANO, CAIXA REDUZ JURO PARA FINANCIAR CASA PRÓPRIA

As taxas de juros do crédito imobiliário com recurso de poupança da Caixa vão ficar mais baratas a partir de quarta-feira, 9. O banco anunciou nesta terça-feira (8) que reduzirá em 0,25 ponto porcentual ao ano todas as taxas para pessoas físicas que financiaram imóveis novos ou usados enquadrados no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), independentemente do relacionamento com a instituição.
Neste ano, a Caixa aumentou os juros do crédito imobiliário em março, depois de ter feito três reajustes em 2015. A redução desta terça deve ser seguida pelos demais bancos, já que a Caixa, principal fornecedor de imóveis do País (com quase 67% de participação no mercado imobiliário), serve de piso para os concorrentes.
Em nota, a Caixa diz que o corte é reflexo da diminuição da taxa básica de juros (Selic), que foi reduzida para 14% ao ano pelo Banco Central, em outubro. “O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário”, informou o banco.
A Caixa reservou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional em 2016, dos quais R$ 66,2 bilhões foram aplicados. A expectativa do banco é aplicar R$ 26,8 bilhões até o fim do ano.
Sob o comando de Gilberto Occhi, que assumiu no governo Michel Temer, a Caixa adotou uma série de medidas para incentivar o setor da construção. Para as famílias, o banco dobrou o limite de financiamento dos imóveis de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões, e aumentou o porcentual que pode ser financiado. Às construtoras, destinou R$ 10 bilhões ao reabrir uma linha específica e passou a permitir que as operações sejam fechadas com 80% de execução das obras. Também reformou a linha Construcard, que financia materiais de construção.
As novas taxas variam conforme o grau de relacionamento do cliente com a Caixa. Para clientes que não são correntistas do banco, a taxa pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), por exemplo, cairá de 12,5% ao ano para 12,25%. No caso de servidor que recebe salário pela Caixa, a taxa será reduzida para 10,75%, ante 11% ao ano.
Para os financiamentos enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a taxa balcão para quem não tem relacionamento com o banco cairá de 11,22% para 11%. Os juros dos servidores públicos que recebem na Caixa serão de 9,7%, ante 10% ao ano.
Para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pela Caixa, e fizerem a opção de receber o salário pelo banco, serão cobradas taxas iguais às oferecidas aos servidores públicos. As taxas de juros passarão de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano, para os imóveis no SFH, de 12,5% ao ano para 10,75% ao ano, para imóveis enquadrados no SFI.
O limite do SFH para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.
Além da redução de juros, a Caixa diminuiu o limite mínimo de financiamento com recursos da poupança de R$ 100 mil para R$ 80 mil. O novo piso vale tanto para imóveis novos como usados, dentro do SFH ou SFI.
Para as empresas, a Caixa reduzirá a taxa de juros em todas as faixas de relacionamento. As taxas para micro e pequenas empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para médias e grandes, de 13,5% para 12,5%.
Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente Caixa Aqui (exceto repasses), padronizando em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS e sem limite para o SBPE.
A Caixa ainda realizou uma série de ajustes para empresas que pretendem financiar a construção de empreendimentos pelo banco (Apoio à Produção), dentro do SBPE. O prazo do produto foi elevado para 36 meses, com carência de um ano pós-obra e possibilidade de acréscimo de 25% sobre a obra a executar.

*com informações publicadas no jornal Tribuna do Paraná
Consultoria sobre financiamentos e minha prestação de serviços ligue (41) 99633-1811

domingo, 30 de outubro de 2016

Apenas agências FRANQUEADAS dos Correios funcionarão aos sábados

Segundo a instituição, as lojas próprias da estatal não abrirão mais aos sábados por redução de custos

Desde o dia 19 de março/2016, apenas as agências FRANQUEADAS dos Correios funcionarão aos sábados. Conforme os CORREIOS, o custo para manter as unidades próprias abertas é maior do que o valor que arrecadam.

Aos sábados, é possível que algumas agências franqueadas devam continuar funcionando normalmente.

Elas fazem o mesmo serviço de uma agência de Correios própria.

Apenas não realizam serviços de Banco Postal.

A confirmação da abertura/funcionamento aos sábados pode ser pesquisado no site 
http://www2.correios.com.br/sistemas/agencias/

fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2016/03/apenas-agencias-franqueadas-dos-correios-funcionarao-aos-sabados-5112067.html 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

NOVA alíquota do ITBI (cobrado em Curiitba/PR) entra em vigor no final de março (2015)



Assalto á mão armada:
- com data (quando vc compra um imóvel)
- e local ("assaltante")
já definidos (em "lei - pois tal imposto deve ser "pago" á Prefeitura de Curitiba).

Abaixo reproduzido, dois (breves, mas pertinentíssimos) comentários de dois leitores da Gazeta do Povo:
Ao prefeito Gustavo Fruet: 

“Governar assim é fácil. Basta aumentar os impostos para cobrir a incompetência (quer seja do seu governo, ou de governos anteriores ao seu, já que desde que assumiu, reclama que a Prefeitura não tem dinheiro em caixa). 

De cortar despesas ninguém fala.

Ricardo Coimbra

Os imóveis já estão caros e eles ainda aumentam o percentual da aliquota? Acho que vou ficar no aluguel mesmo.....

Leonardo

*PS: embora os valores praticados de aluguel, aqui  em Curitiba, estejam estratosféricos.


PS II: a Constituição dá a base de cobrança do ITBI em 2%, mas os municípios, são autônomos em definir qual a real alíquota que vão praticar (cobrar). Na minha opinião, pagar dois por cento já é(ra) uma alíquota alta... pagar acima de dois por cento, daí pra mim, tem outro nome: assalto!!!

Abaixo, a notícia publicada no Jornal "Gazeta do Povo" em 15/01/2015:

Valor máximo do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (em Curitiba/PR) vai subir de 2,4% para 2,7% sobre o valor do imóvel.

Sancionada pelo prefeito Gustavo Fruet em dezembro, a nova alíquota do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis Inter-Vivos (ITBI) entrará em vigor no dia 30 de março. A cobrança, obrigatória em transações de compra e venda de imóveis, terá um reajuste de 12,5%, passando dos atuais 2,4% para 2,7% sobre o valor venal do bem.

Além do aumento da alíquota, haverá mudanças na base de cálculo do imposto de imóveis financiados. Foi criada uma faixa extra nesta categoria e novas condições para parcelamento.

Aumento

O reajuste da alíquota do ITBI fará com que os compradores precisem desembolsar mais para regularizar a documentação de compra do bem. Quem adquirir um imóvel avaliado em R$ 500 mil, por exemplo, vai pagar R$ 1,5 mil a mais de imposto, que subirá de R$ 12 mil para 13,5 mil. “Quem arca com esse aumento é o comprador, que terá esse ônus”, lembra João Guido Campelo, diretor executivo do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná (Sinduscon-PR).

A nova lei também amplia o teto de valores dos imóveis financiados que são contemplados com alíquotas diferenciadas. Neste caso, os bens com valor venal de até R$ 70 mil ficarão isentos do pagamento do ITBI.

Para os imóveis que custem entre R$ 70 mil e 140 mil, a alíquota será de 0,5%.

A nova faixa atingirá os bens com valor venal entre R$ 140 mil e R$ 300 mil, que terão a alíquota de 2,4%. “Os valores foram corrigidos e ajustados ao mercado, pois estavam defasados em relação à última lei do ITBI, de 2004”, explica Rubens Valério Franco Soffiatti, diretor do departamento de Rendas Imobiliárias da prefeitura de Curitiba.

São contemplados com a alíquota diferenciada bens adquiridos para fins residenciais que são financiados por prazo superior a cinco anos e têm garantia hipotecária ou por alienação fiduciária.

Imóveis com valores superiores a R$ 300 mil ou que não correspondam às condições de financiamento citadas na lei serão taxados com a alíquota integral de 2,7%.

Parcelamento (só é aplicado na compra á vista - com financiamento fica impossível parcelar)

A nova regra também ampliará de seis para dez o número de cotas mensais para o parcelamento do imposto, sempre com prestações superiores a R$ 100. O parcelamento não se aplica, entretanto, à compra de imóveis com a utilização do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) ou em casos de financiamento.

Mesmo com o reajuste, o setor da construção civil não acredita que o aumento da alíquota e, consequentemente, do custo final do imóvel tenha impacto significativo sobre o mercado imobiliário da capital. “O quadro de estabilidade deverá se manter. Até que ponto o reajuste será significativo irá depender da capacidade financeira de cada comprador”, acrescenta Campelo.

Impasse
"Diálogo" contribuiu para que o reajuste do imposto fosse menor
O reajuste da alíquota do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis Inter-Vivos (ITBI) foi proposto pela Prefeitura de Curitiba – que também solicitou o aumento do IPTU do município – e virou alvo de diversas discussões antes de sua aprovação pela Câmara de Vereadores. Entidades do setor imobiliário e da construção civil se posicionaram contrárias ao aumento e foram ouvidas pela casa.

O diálogo contribuiu para que o texto aprovado fixasse a nova alíquota em 2,7% – ao contrário dos 2,9% solicitados pelo executivo – e acrescentasse uma nova faixa para os imóveis contemplados com a taxa diferenciada, por meio de emenda da Câmara.

Com a nova alíquota, o ITBI de Curitiba ficará acima dos 2% praticado na maior parte das 24 cidades pesquisadas pela prefeitura da capital para a elaboração da proposta. A alíquota máxima do ITBI em Curitiba ficará abaixo apenas dos 3% cobrados em Porto Alegre, Salvador e Recife.

 
    

*com informações publicadas na Gazeta do Povo